Entendendo o que existe por trás da performance.
Onde seu estado de ativação costuma operar — e o que o move entre as faixas.
Aquecimento fora do esperado; erro durante o jogo; testes de força pós-lesão em que o resultado será conhecido por outras pessoas.
Durante o jogo: vontade de competir nos dois lados da quadra e sensação de estar bem para que o time esteja bem. Em situação de teste pós-lesão, relata nervosismo intenso. Marcadores corporais objetivos ainda não coletados.
Distração após o erro; dificuldade de retornar à “bolha”; preocupação com o resultado e com a exposição dele.
Ansiedade pouco frequente, porém intensa quando aparece. Tendência a implodir emoções negativas.
Planejadas: banco de evidências contra crenças limitantes, visualização guiada pré-jogo, ritual de sono e ferramentas de expressão emocional.
Fora da quadra, recuperação percebida como boa (enfrenta e “dá um jeito”). Dentro do jogo, o retorno após o erro é lento — principal gap declarado. Medição objetiva pendente.
Como Daniel sustenta a atenção, responde ao erro e recupera o estado de presença durante a performance.
O mesmo atleta responde de formas diferentes ao erro, à derrota, à vitória e à pressão.
Volta ao erro e o revisa mentalmente.
Frustração.
[PENDENTE]
Distração; dificuldade de retornar ao estado anterior.
[PENDENTE] — reduzir ruminação é potencial prioritário de desenvolvimento.
Avalia a própria performance antes de avaliar o resultado.
Se jogou bem, fica relativamente bem; se jogou mal, fica mal — sobretudo quando sente responsabilidade pelo resultado.
[PENDENTE]
Cobrança pessoal e peso da responsabilidade.
Afirma conseguir separar performance e vida pessoal. Área de investigação, não contradição.
Gosta de ganhar; leitura mais madura do pós-jogo.
Satisfação sem euforia prolongada.
[PENDENTE]
Até ~21 anos, festa e bebida. Hoje, recuperação, família e amigos.
Mudança de comportamento pós-vitória associada à maturidade e à priorização da recuperação.
Foco no desafio; preocupação quando o resultado será observado.
Confiança e competitividade; ansiedade pontual em avaliação.
[PENDENTE]
Não se afeta pela plateia; afeta-se pela exposição do resultado.
[PENDENTE]
O que o relato atual permite compreender sobre recuperação — e quais dados ainda precisam ser medidos.
Como Daniel organiza demandas, sustenta disciplina e transforma intenção em execução.
Lesão cirúrgica no joelho e reabilitação de aproximadamente 9 meses.
Primeiro verifica se o problema é realmente grande.
Tende a querer vencer o desafio; não evita o enfrentamento.
Adere ao processo, busca solução e sustenta disciplina ao longo do percurso.
Mais paciência, maturidade, gratidão e mudança de visão de carreira.
Selecione uma relação do mapa para ver qualidade, impacto, suporte, risco e oportunidade.
Excelente temporada no Flamengo em retorno de lesão.
Família: formação dos irmãos e bem-estar da mãe.
Sensação de não estar construindo a carreira da maneira que imaginava.
Sustentar o processo de reabilitação e reconquistar o nível competitivo.
Consolidar-se como peça central do time nesta temporada.
Terminar o período com propostas de clubes internacionais para escolher.
Ambição de novas experiências fora do Brasil.
Experiência anterior fora do Brasil deixou inquietação.
Escolher a oportunidade internacional mais alinhada ao projeto de carreira.
Poder de escolha entre múltiplos clubes internacionais.
Carreira internacional consolidada.
Experimentar novos ambientes antes de se fixar.
[PENDENTE]
[PENDENTE]
[PENDENTE]
Decidir onde “aquietar” depois das experiências internacionais.
Estabilidade e continuidade do cuidado com a família.
[PENDENTE]
[PENDENTE]
Formação em Economia e Psicologia como identidade para além do esporte.
Um atleta com carreira internacional, mais paciente e maduro depois da lesão, que sustenta a família e escolhe seus próprios caminhos.
Interesse em se formar em Economia e Psicologia.
Escala 0–10. O Índice Global PERMA entra no ALMAH Score V1 normalizado para 0–100 com peso de 10%.
Emoções positivas acima da média, coerentes com a gratidão e a perspectiva desenvolvidas após a lesão.
Menor pontuação junto com Meaning. Compatível com o relato de distração fora do jogo e dificuldade de voltar à “bolha”.
Rede familiar e comissão técnica percebidas como sólidas; lacunas na rede de amigos e no elenco.
Menor pontuação do perfil, apesar de propósito familiar claro. Hipótese: sentido ainda muito ligado a resultado e à fase de reabilitação.
Maior pontuação do perfil: 15 anos de carreira, 9 clubes, experiência internacional e régua interna alta.
Percepção de saúde alta mesmo em reabilitação pós-cirúrgica.
Escore baixo (favorável). Interpretar junto com a tendência declarada a “implodir” emoções.
Escore baixo (favorável), coerente com a rede familiar e de clube.
Índice Global PERMA de 7,06 normalizado para 70,6/100 dentro do ALMAH Score V1. Accomplishment (8,33) é o ponto mais alto; Meaning (6,0) e Engagement (6,33) são os mais baixos.
Confiança física
Sustenta agressividade nos dois lados da quadra.
Pode mascarar a necessidade de trabalho no acesso mental à performance.
Mentalidade analítica
Ajustes táticos e autocorreção rápida.
Análise pode virar ruminação depois do erro.
Resiliência
Aderência ao processo longo de reabilitação.
Enfrentar sozinho pode sustentar a repressão emocional.
Relação saudável com vitória e derrota
Estabilidade entre jogos.
Derrota com performance ruim ainda gera cobrança pessoal intensa.
Disciplina de rotina
Implantação de protocolos sem necessidade de supervisão.
Ausência de sistema formal pode limitar consistência sob pressão.
Trata todos de forma justa — coerente com o vínculo positivo com equipe técnica e companheiros.
Termina o que começa. Sustenta a adesão aos 9 meses de reabilitação.
Expectativa positiva de futuro — base do objetivo de carreira internacional.
Interesse em Economia e Psicologia; mentalidade analítica sobre o próprio jogo.
Deixa o desempenho falar por si; hoje comemora sem “festinha”.
Avalia a magnitude real do problema antes de agir.
Força mais baixa do ranking — converge com o gap de regulação emocional e de foco identificado no Assessment.
Ranking baixo no instrumento, embora relate mais gratidão após a lesão. Ponto a explorar.
Força mais baixa do ranking.
Maior força: confiança. Ponto cego: foco — distrai-se rápido e custa a voltar à “bolha”. Ansiedade pouco frequente, mas intensa. Régua interna alta. Diz saber separar performance e vida pessoal.
Convergências: VIA coloca Perseverança (2º) e Esperança (3º) entre as forças mais altas e Autorregulação em 22º de 24 — coerente com o gap declarado em foco e regulação. PERMA: Accomplishment 8,33 (mais alto) e Meaning 6,0 / Engagement 6,33 (mais baixos), o que dialoga com desempenho reconhecido e engajamento oscilante. ALMAH Score: Emocional nível 2 e Autopercepção nível 3 — a leitura de si é lúcida, mas a autoexigência tende a endurecer a avaliação do próprio desempenho.
Hipóteses são pontos de partida testáveis — não diagnósticos.
Existe uma crença de dependência de um aquecimento perfeito para performar.
Um aquecimento que não acontece como esperado pode gerar insegurança antes da performance.
Registrar qualidade do aquecimento e performance percebida jogo a jogo.
O erro dispara distração e ruminação, atrasando o retorno ao estado ideal.
Relato de distração após erros e dificuldade de voltar à “bolha”; foco identificado como ponto cego; Autorregulação em 22º/24 no VIA; Engagement 6,33 no PERMA.
Medir tempo percebido de retorno ao estado ideal após erro.
Há relação entre régua interna alta e ansiedade sob avaliação.
Régua interna alta; ansiedade no teste de força com cinto, ligada ao fato de outras pessoas saberem o resultado; peso da responsabilidade.
Observar resposta em situações de avaliação com resultado exposto. A investigar.